quinta-feira, 6 de junho de 2013

DMX Itabira - DMX Scan Itabira - DMX Ressonancia Magnetica - DMX Diagnósticos Médicos Avançados -RESSONÂNCIA MAGNÉTICA EM ITABIRA - APARELHO DE ÚLTIMA GERAÇÃO (Achieva 1.5 TESLA - PHILIPS)

EXAMES REALIZADOS:
Ressonância Magnética do Abdome e Pelve
Ressonância Magnética do Abdome e Pelve com Difusão
Ressonância Magnética do Abdome Total
Ressonância Magnética do Abdome Superior (fígado, vesícula biliar, vias biliares, pâncreas, baço, rins, adrenais e retroperitônio)
Ressonância Magnética do Fígado (RM Hepática)
Ressonância Magnética do Pâncreas e Vias biliares

Colangiorressonância (Colangio-RM)
Ressonância Magnética dos Rins (RM Renal)
Ressonância Magnética das Adrenais (RM das Supra-renais)
Uroressonância (Uro-RM)
Ressonância Magnética da Pelve
Ressonância Magnética da Pelve Feminina
Ressonância Magnética da Pelve Feminina para Endometriose
Ressonância Magnética da Pelve Masculina
Ressonância Magnética do Tórax
Angiorressonância das Artérias Renais (Angio-RM das Artérias Renais) - Hipertensão Renovascular
Angiorressonância da Aorta Torácica (Angio-RM da Aorta Torácica)
Angiorressonância da Aorta Abdominal (Angio-RM da Aorta Abdominal)
Ressonância Magnética da ATM (Articulação Temporomandibular)
Ressonância Magnética das Articulações (ombro, cotovelo, punho, mão, quadril, bacia, joelho, tornozelo e pé).
Ressonância Magnética da Coluna (Cervical, Torácica e Lombar)
Ressonância Magnética do Crânio
Outros exames de Ressonância (consultar na clínica DMX)

* Médicos radiologistas experientes e especializados em ressonância magnética do abdome e pelve, tórax, músculo-esquelético e neurorradiologia. O exame será realizado em equipamento de 1.5 Tesla (alto campo).


Telefone:

(31) 3831-7601
(31) 3831-3499
0800 283 2283

E-mail:
contato@dmxscan.com.br
dmx_recepcao@hotmail.com

Médicos solicitantes e pacientes
Site para visualização das imagens do exame realizado na clínica:
http://www.dmxscan.com.br/meu_exame.php

Atendemos convênios e particulares (consultar na clínica)


Ressonância Magnética em Itabira e região, João Monlevade, Nova Era, Bela Vista de Minas, São Domingos do Prata, Bom Jesus do Amparo, Nova União, Jaboticatubas, Timóteo, Guanhaes, Coronel Fabriciano, Ipatinga e outras cidades vizinhas.

Endereço:
DMX SCAN Itabira - Diagnósticos Médicos Avançados

Av. Carlos Drummond de Andrade, 707 - Loja B - Centro
CEP 35900-025
Itabira/MG
Site: http://www.dmxscan.com.br
Google maps







Inaugurada em outubro de 2012, a DMX SCAN é uma clínica de diagnóstico médico por imagem que traz um conceito diferenciado de qualidade. Pioneira na cidade e na região, temos como foco, oferecer ao nosso cliente um instrumento diagnóstico confiável. Contamos na nossa equipe com os melhores especialistas e através da telemedicina, podemos oferecer um serviço de excelência. Completamos a nossa equipe com médicos presenciais que dão suporte aos exames contrastados. A equipe técnica, formada na sua grande maioria por itabiranos, recebe treinamento continuado.

Situada no centro da cidade, atendemos a população de Itabira e região, com um horário amplo, trabalhando inclusive aos sábados e domingos. Nossas instalações são dedicadas, amplas e modernas e construídas pensando na sustentabilidade.

O serviço de ressonância magnética na área médica ainda é inédito em Itabira e nas cidades vizinhas. O centro de diagnóstico está localizado na Avenida Carlos Drummond de Andrade, nº 707 e a estimativa “é atender cerca de quatro mil pessoas por ano. “Trouxemos para Itabira e região um aparelho de última geração, recém-lançado na área de ressonância magnética. Um dos benefícios da implantação da DMX Scan é acabar com as queixas dos usuários, que solicitam esse tipo de exame na cidade, evitando o deslocamento até Belo Horizonte e, também, gerar emprego e renda para o município, que deverá receber pacientes de toda a região. “Esse investimento só otimiza os nossos serviços. Tem também a questão da sustentabilidade na área médica, que nos faz ter mais credibilidade. É um ganho imensurável tanto para os profissionais quanto para os pacientes”. “É mais um serviço de alta complexidade que chega a nossa cidade, justamente pelo título de cidade pólo na área de Saúde que construímos e trabalhamos para manter, aprimorar e melhorar".
Exames
O exame de Ressonância Magnética retrata imagens em alta definição dos órgãos, por meio de campo magnético, ou seja, um exame de ressonância não possui Raios X (radiação), permitindo ao médico radiologista examinar diferentes partes do corpo. O exame de Ressonância não causa desconforto ao paciente, sendo necessário apenas que se permaneça imóvel durante o exame.

Esse equipamento para exames de ressonância magnética foi produzido pela empresa PHILIPS. Sobre a potência da máquina, "é possível realizar até 30-40 exames por dia. É um equipamento rápido e potente e a relação custo/benefício para a população é excelente”.




PROCEDIMENTO
O paciente é posicionado na mesa do equipamento e o técnico especialista coloca um dispositivo chamado de Bobina ao lado da área de interesse do exame, como, por exemplo, o abdome, a pelve ou tórax. A seguir, a mesa desliza suavemente para dentro do aparelho onde o paciente permanece durante o exame. O técnico sai da sala, mas fica em constante contato com o paciente através de um aparelho de comunicação interna. Durante o exame o paciente ouve ruídos parecidos com batidas em intervalos irregulares. Isto significa que as imagens estão sendo adquiridas, sendo necessário que o paciente fique imóvel. Dependendo do exame, torna-se necessário a injeção de contraste endovenoso durante o procedimento.

CONTRA-INDICAÇÕES:
As seguintes condições e materiais contra-indicam a realização do exame de ressonância magnética:
  • Clipes de aneurisma cerebral (verificar com o cirurgião o material utilizado e quando foi feita a colocação do mesmo, em alguns casos não inviabiliza a realização do exame)
  • Implantes e aparelhos oculares (exceto lentes intra-oculares para catarata)
  • Implantes de ouvido (cocleares).
  • Marcapasso cardíaco
  • Fixadores ortopédicos externos
  • Gestantes com menos de 12 semanas de gestação (contra-indicação relativa)


A Ressonância Magnética é um dos métodos de imagem mais sofisticados e completos hoje disponíveis. O aparelho que adquire as imagens é chamado de magneto, possui a forma de um grande cubo com uma abertura, por onde o paciente entra deitado. Dentro do aparelho existe um campo magnético muito potente, como se fosse um grande imã, onde as moléculas de hidrogênio que compõe nosso corpo ficam alinhadas com o campo magnético. O aparelho emite ondas de rádio semelhantes as ondas de rádio FM, porém no caso da Ressonância Magnética, o paciente ouve essas ondas como um ruído durante o exame. Dependendo do exame que vai ser feito, é possível utilizar fones de ouvido.

Ressonância Magnética - Dúvidas Frequentes
Existe algum perigo durante o exame?
A Ressonância Magnética não utiliza raios-X nem outras formas de radiação ionizante, portanto , não existe nenhum efeito deletério para o organismo. Em alguns exames será necessário injetar contraste na veia. O contraste utilizado é o gadolínio. Não é o mesmo contraste que usamos na tomografia e nos exames de raio-X. O gadolínio é considerado muito seguro e as reações alérgicas são muito raras. Nos dados de literatura internacional as reações adversas graves são da ordem de 1 para 300.000.
Quem definitivamente não pode fazer o exame?
Pacientes com marca-passo, desfibriladores, clipes de aneurisma cerebral não compatíveis com RM, implantes otológicos e bombas de infusão de insulina. Por isso, é importante responder o questionário detalhadamente.

Existe algum limite de exames que eu possa fazer?
Não. Por não utilizar raios-X, a RM não tem efeitos deletérios para o organismo.
Posso fazer o exame grávida?
Evita-se fazer o exame até o terceiro mês de gestação embora não haja nenhuma evidência de prejuízos ao feto. A partir do terceiro mês não há contraindicação. Inclusive um dos exames realizados é a Ressonância Magnética Fetal que ajuda a diagnosticar malformações fetais.

IMAGENS DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA:

                                                                   
  RM DO ABDOME SUPERIOR
     COLANGIO-RM / COLANGIORRESSONÂNCIA

   RM DO PÂNCREAS E VIAS BILIARES

 
 RM DO FÍGADO
 
           RM DA PELVE FEMININA/ENDOMETRIOSE

RM DO TÓRAX


Veja os vídeos e saiba um pouco mais sobre Ressonância Magnética:


 
 


Exames de Ressonância Magnética em Itabira e região. Aparelho de última geração (1.5 Tesla). Para marcar um exame ligue (31) 3831-7601.
Invenções permitem o diagnóstico de doenças por imagens
 

Lista de Médicos em Itabira:

Sobre Itabira:
Itabira é um município brasileiro, localizado ao centro-sul do estado de Minas Gerais. Localiza-se a 111 quilômetros da capital do estado (Belo Horizonte).  Possui área de 1 254,49 km². Sua população foi contada, no ano de 2010, em 109.783, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, sendo então o 24º mais populoso município do estado de Minas Gerais em população; e o 246º do Brasil segundo a estimativa populacional de 2012. Itabira é conhecida como a "Cidade do Ferro", por ter sido o local de origem da Companhia Vale do Rio Doce, em 1942. A cidade é também carinhosamente apelidada por seus habitante de,  cidade da poesia, por ser a cidade natal do poeta Carlos Drummond de Andrade. Um estudo divulgado pela prefeitura em 29 de abril de 2010 revelou que Itabira é a quarta cidade de Minas Gerais em melhor qualidade de vida.
 

Ressonância Magnética em Itabira e região:

A ''microrregião de Itabira'' é uma das microrregiões do estado de Minas Gerais pertencente à mesorregião Metropolitana de Belo Horizonte. Sua população foi estimada em 2006 pelo IBGE em 370.865 habitantes e está dividida em dezoito municípios. Possui uma área total de 7.998,818 km², suas principais cidades são os municípios de Itabira  e João Monlevade que são os grandes pólos da região . Itabira também é a cidade Mãe da Companhia Vale do Rio Doce, João Monlevade  da Arcelor Mittal Monlevade, antiga Belgo Mineira juntas detém 81,613% do PIB Microrregional.
 
Alvinópolis
Barão de Cocais
Bela Vista de MinasBom Jesus do Amparo
Catas Altas
Dionísio
Ferros
Itabira
João Monlevade
Nova Era
Nova União
Rio Piracicaba
Santa Bárbara
Santa Maria de Itabira
São Domingos do Prata
São Gonçalo do Rio Abaixo
São José do Goiabal
Taquaraçu de Minas


Ônibus para Itabira:
Saritur - www.saritur.com.br/


 






 


quarta-feira, 5 de junho de 2013

Indicações de Tomografia Computadorizada (TC) ou Ressonância Magnética (RM) para Abdome, Pelve e Tórax

Indicações atuais de TC ou RM para Abdome, Pelve e Tórax

Na prática clínica diária os exames subsidiários vieram complementar e colaborar com dados da história e do exame físico para elucidação diagnóstica. Atualmente, dispomos de diversos exames complementares de imagem, visando um diagnóstico rápido e o mais precoce possível, para melhor orientação da conduta. Nesta abordagem tratamos especificamente dos métodos de imagem por Tomografia Computadorizada (TC) e Ressonância Magnética (RM).

A RM tem sido cada vez mais solicitada em virtude de:
- ser um método que não utiliza radiação ionizante
- ter a habilidade de caracterizar tipos específicos de tecido baseados na intensidade de sinal (gordura, sangue e água), diferenciando diversas patologias
- oferecer melhor contraste entre os tecidos e detalhes anatômicos quando comparada à Tomografia Computadorizada

- permitir avaliação funcional de determinadas patologias
- ampliar as possibilidades de detecção de alterações patológicas súbitas
- apresentar boa sensibilidade na diferenciação dos componentes de partes moles
- possibilitar o estudo de lesões de forma dinâmica, com o uso de contraste paramagnético que praticamente não provoca reações adversas, podendo ser utilizado em pacientes com contraindicação ao contraste iodado da tomografia
- garantir boa resolução nos estudos vasculares sem e com contraste endovenoso
- oferecer inúmeros planos de corte (imagens multiplanares), desde o axial, coronal e oblíquo, sendo adequado de acordo com a investigação proposta

Como desvantagens, a TC utiliza radiação ionizante, não estando formalmente indicada em pacientes com historia de alergia ao meio de contraste iodado e em gestantes.


A RM apresenta um tempo relativamente longo de execução dos exames e está contraindicada em pacientes com marcapasso cardíaco, implantes cocleares, determinados clipes de aneurisma cerebral e fragmentos metálicos intraorbitários . Por outro lado, em determinadas situações o diagnóstico poderá ser abreviado diante de um único exame de RM, sem a necessidade de TC ou ultrassonografia prévia.

ABDOME E PELVE

Fígado
TC como método inicial
RM é melhor para avaliação completa do fígado, hepatopatia crônica e complementar nos casos com dúvida diagnóstica, avaliação vascular e pesquisa de lesões focais e hepatopatias difusas


Vesícula e Vias Biliares
A TC não é um bom método para avaliação da vesícula biliar, porém tem indicação na pesquisa de fator obstrutivo

O estudo por RM do abdome superior + Colangiorressonância permite melhor análise complementar de processos obstrutivos, inflamatórios, neoplásicos e eventuais lesões locais associadas

Baço
TC ou RM são indicadas

Pâncreas
TC inicialmente
RM complementar se necessário


Adrenais
TC inicialmente
RM para melhor definição e auxílio no diagnóstico diferencial dos tumores benignos e malignos

Rins e Vias Urinárias
TC para estudo morfológico e funcional, pesquisa de urolitíase e hematúria
RM é melhor para avaliação da bexiga, uretra e próstata e em casos selecionados para auxiliar no diagnóstico no diagnóstico diferencial das lesões renais e genitourinárias

Órgãos ginecológicos e pélvicos
RM é muito superior na definição diagnóstica, especialmente na avaliação do útero e ovários, pesquisa de endometrioma/endometriose e para avaliação dos tumores pélvicos, sua extensão local e estadiamento


Tubo Digestivo
TC é tem sido superior à RM, exceto nos casos de doenças retais

Vasos
Angio-TC ou Angio-RM dependendo da urgência clínica e contraindicações.


TÓRAX

Patologias Mediastinais
TC inicialmente
RM nos casos duvidosos ou complexos e para estadiamento

Patologias Pleurais

TC está indicada
RM só ocasionalmente


Patologias de Parênquima Pulmonar
TC é superior à RM
TC de alta resolução muito superior para investigação de doenças intersticiais/difusas

Patologias de Parede Torácica (Arcabouço Ósseo, Esterno)
TC para avalição do arcabouço ósseo
RM para avaliação de partes moles

Estudos Vasculares
Angio-TC ou Angio-RM dependendo da urgência clínica.,contraindicações e equipamento disponível.

 

Ressonância Magnética em Ipatinga - Ressonância Magnética em João Monlevade - Ressonância Magnética em Coronel Fabriciano (Clínica DMX Scan em Itabira)

Ressonância Magnética em Ipatinga - João Monlevade - Coronel Fabriciano (Clínica DMX em Itabira)

Clínica DMX Scan em Itabira/MG - Informativo sobre exames de Ressonância

O QUE É UM EXAME DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA?

A Ressonância Magnética (RM) é um método de diagnóstico que usa um campo magnético e ondas de radiofrequência que permitem a visualização dos órgãos internos do corpo humano. Durante o exame de RM o paciente é exposto a três diferentes campos magnéticos: um campo estático, os campos produzidos pelos gradientes e os campos de radiofrequência pulsados.

As imagens obtidas possibilitam a detecção ou exclusão de diferentes patologias e a eventual caracterização das lesões visualizadas.

É um exame não invasivo, não doloroso e sem utilização das radiações X. A partir do momento em que foi aplicada à medicina, tornou-se o melhor método de imagem para o diagnóstico de muitas doenças, em consequência da sua resolução tecidual e anatômica e capacidade multiplanar, tendo vindo rapidamente a expandir-se as aplicações da RM.

INDICAÇÕES ATUAIS:

Abdome e Pelve:
A RM tem mostrado um papel fundamental na caracterização das lesões abdominais, tendo aplicações no diagnóstico diferencial de certas lesões do fígado, vesícula biliar, vias biliares, pâncreas, baço, rins e adrenais. Na pelve, além da caracterização de algumas massas dos ovários e útero, miomas e cistos mostra muito bons resultados na avaliação da endometriose e estadiamento dos tumores uterinos (colo e endométrio), bexiga, uretra e próstata.

Tórax:
No tórax a RM tem indicação no estudo de tumores do mediastino e no estadiamento de alguns tumores pulmonares e outras.

Estruturas vasculares (Angiorressonância):
Atualmente é possível a realização de angiografias (habitualmente com contraste, mas não necessariamente) para estudar as artérias de todo o corpo, com possibilidade de detecção de estenoses, oclusão, aneurismas e outras lesões, sem os riscos da angiografia tradicional que é uma técnica invasiva, que implica radiação ionizante e utilização de contraste iodado, com possibilidade de reações alérgicas e com limitações nos pacientes com insuficiência renal.

Sistema músculo-esquelético:
A RM tem um papel muito importante na avaliação do aparelho locomotor, no estudo das diferentes articulações, sendo largamente utilizada no diagnóstico das lesões esportivas e nas artrites. Tem ainda indicação no diagnóstico de lesões expansivas ósseas e dos tecidos moles, como nos casos de processos infecciosos e tumores, sendo fundamental para o estadiamento destes últimos.

Cérebro e coluna vertebral:
A RM é habitualmente mais frequentemente aplicada no estudo do cérebro (tumores, doenças degenerativas) e na coluna vertebral (hérnias).

PREPARAÇÃO PARA O EXAME DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA

Este exame não necessita de hospitalização e após a sua realização o paciente poderá voltar às suas atividades normais.

Devido ao forte campo magnético utilizado, os implantes ou objetos ferromagnéticos presentes no corpo, podem ser um risco para o paciente, dependendo da eventual mobilização ou deslocamento condicionados pela força de atração do magneto, ou simplesmente provocar a distorção das imagens, impossibilitando um diagnóstico correto. Por outro lado, determinados implantes ativados podem ser danificados pelo campo magnético, pelo que se torna necessário efetuar um questionário ao paciente.

A claustrofobia pode impossibilitar a realização do exame, sendo por vezes necessário sedação ou mesmo anestesia geral. Estas situações dependem do tipo de lesões a estudar e devem somente ser utilizados quando os outros meios de diagnóstico não permitem o esclarecimento.

COMO É O EXAME DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA ?

A sala de RM está ocupada por um magneto cilíndrico, como um túnel, com uma mesa que desliza para o seu centro.

Um técnico ou um biomédico, dependendo da situação, posicionará o paciente na mesa, consoante o exame a efetuar, explicando-lhe o necessário para uma colaboração perfeita pela parte do paciente, nomeadamente quanto à imobilização importante nestes exames e ao tipo de respiração pretendida (frequentemente uma respiração tranquila, mas por vezes em apneia).

O exame pode durar entre 15 a 60 minutos, dependendo da parte do corpo a ser estudada.

O paciente é observado pelo técnico durante a realização do exame, havendo sempre a possibilidade de comunicação por um intercomunicador e a interrupção do exame a pedido do paciente.

Quando o aparelho está funcionando, ouve-se um ruído produzido pelos gradientes, o que é normal, utilizando-se para proteção habitualmente tampões ou auscultadores auriculares, com possibilidade de ouvir música. O som do aparelho surge quando se está obtendo as imagens que são transferidas para um monitor, semelhante a uma televisão..

Por vezes há necessidade de administrar contraste, que é injetado numa veia do braço, sendo raros os casos de reações alérgicas. O contraste vai permitir uma melhor visualização dos tecidos, detecção e caracterização das lesões.

 

 

 

 

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Aplicações Clínicas Atuais da Ressonância Magnética do Tórax

Utilidade e Aplicações Clínicas Atuais da Ressonância Magnética do Tórax

A RM tem se tornado um método cada vez mais utilizado na avaliação por imagem das doenças do tórax. E na avaliação das lesões mediastinais e dos tumores do sulco superior tem sido considerada a modalidade de escolha.

Tradicionalmente, as limitações da ressonância magnética (RM) de tórax estão relacionadas aos artefatos de movimento, causados pela respiração e pelos batimentos cardíacos, somando-se ainda os problemas relacionados à baixa quantidade de prótons de hidrogênio na cavidade torácica devido ao ar no espaço aéreo, como os artefatos de suscetibilidade magnética e a menor relação sinal ruído. Recentemente, porém, o método evoluiu sobremaneira, com novos equipamentos e o advento de novas técnicas rápidas de aquisição de imagem, com ou sem utilização de apneia. Todos esses avanços fizeram com que a RM tenha ganhado espaço no estudo de diferentes doenças do tórax.

O desenvolvimento de novas técnicas de aquisição de imagem, utilizando apneia ou compensação respiratória e cardíaca e sequências 3D pós-contraste endovenoso, trouxeram grandes avanços no estudo das demais estruturas torácicas. A angio-RM já faz parte da rotina clínica na avaliação de algumas doenças e seu papel no estudo do TEP vem crescendo. A detecção de lesões pulmonares também já é possível, e a utilização da RM na caracterização de nódulos, massas e doenças das vias aéreas pode se tornar uma alternativa rápida e acessível à avaliação por TC.

Fonte:
Ressonância magnética do tórax: Aplicações tradicionais e novas, com ênfase em pneumologia
http://www.jornaldepneumologia.com.br/detalhe_artigo.asp?id=52

 

Ressonância Magnética para Tromboembolismo Pulmonar (TEP)

Ressonância Magnética para Tromboembolismo Pulmonar (TEP) como Método Alternativo à Tomografia Computadorizada Helicoidal/Multislice (multidetectores)

A angiografia por subtração digital (ASD) pulmonar ainda é considerada o exame padrão ouro no diagnóstico do tromboembolismo pulmonar (TEP), porém, dentre as técnicas não invasivas, a mais utilizada é a TC helicoidal/multislice, que chega a ter sensibilidade> 80% e especificidade > 90%. Novos avanços na angio-RM têm tornado esse método uma alternativa promissora no estudo do TEP agudo e crônico. A utilização da angio-RM de alta resolução espacial pode ter acurácia diagnóstica semelhante à da TC helicoidal na detecção do TEP agudo, principalmente na identificação de êmbolos nas artérias pulmonares principais e lobares, com sensibilidades de até 100% e 84%, respectivamente. Os êmbolos são identificados como imagens de falha de enchimento no interior da artéria ou como uma interrupção abrupta no sinal. As diferentes possibilidades de reconstrução multiplanar das imagens 3D podem facilitar o diagnóstico e aumentar ainda mais a sensibilidade do método.

Mais recentemente, um estudo prospectivo multicêntrico mostrou que muitos centros ainda têm dificuldades em obter imagens adequadas de angio-RM dos vasos pulmonares, sendo sugerido que apenas os centros que realizam o exame com qualidade adequada poderiam considerar a RM como alternativa para o diagnostico do TEP agudo, principalmente nos pacientes com contraindicações aos testes padrões. Provavelmente, com a disseminação do método e com a evolução das técnicas, em breve a RM poderá ser utilizada com maior confiabilidade e reprodutibilidade no diagnóstico do TEP, inclusive na rotina clínica das principais instituições de saúde.


domingo, 2 de junho de 2013

Angiorressonância (Angio-RM) das Artérias Renais SEM CONTRASTE

Alguns estudos preliminares recentes têm demonstrado que a Angio-RM sem contraste das artérias renais é uma alternativa viável a já consagrada Angio-RM 3D com contraste intravenoso, possibilitando imagens semelhantes em qualidade sem a necessidade do gadolínio. A sensibilidade e especificidade parecem ser comparáveis a Angio-RM 3D com gadolínio. Esta técnica pode ser utilizada como investigação inicial, em pacientes com artérias renais normais, sem a necessidade do contraste.

A angioressonância sem contraste fornece imagens nítidas e pode ser usada como ferramenta eficaz para o diagnóstico de estenose da artéria renal. É uma valiosa ferramenta não-invasiva que fornece imagens sem a necessidade do uso de contraste. O uso de técnicas sem contraste elimina os riscos associados ao uso de meios de contraste à base de gadolínio, como a rara e por vezes fatal doença dermatológica Fibrose Sistêmica Nefrogênica ou Dermopatia Fibrosante. Recentemente foram desenvolvidas técnicas avançadas de angioressonância sem contraste, as quais possibilitam a realização de exames de angioressonância sem a utilização de contraste. Esta técnica pode ser aplicada a muitas áreas corpóreas, sendo útil na visualização de estruturas vasculares. Revela as áreas excitadas como sangue brilhante ou escuro (“bright blood” ou “black blood”) e poderá ser especialmente útil na obtenção de imagens de grupos vasculares mais complexos que fluem em múltiplas direções, como as artérias renais, o sistema venoso portal e as artérias pulmonares.

Técnica de Difusão na Ressonância Magnética do Abdome e Pelve

Aplicações Clínicas da Técnica de Difusão na Ressonância Magnética do Abdome e Pelve

A difusão (DWI) é uma técnica funcional, não invasiva, baseada no movimento das moléculas de água através dos tecidos e que recentemente foi incluída como parte da avaliação da ressonância magnética abdome e pelve. É inversamente proporcional à densidade celular. Ou seja, a difusão diminui nos casos em que há aumento da celularidade na lesão. Estas condições geralmente estão presentes nos tumores. É uma técnica de imagem que tem alta sensibilidade na detecção de lesões que podem passar despercebidas nas sequências convencionais e pode ajudar os radiologistas nos seus dilemas diagnósticos. Esta sequência se provou clinicamente útil em muitas doenças abdominais. Nas sequências ponderadas em difusão, as áreas com tumor revelam-se hiperintensas. Outra forma de mostrar aspectos relacionados à difusão de um tumor é a utilização do mapa ADC, que é uma imagem formada a partir dos coeficientes de difusão aparente do tumor. Neste tipo de imagem o tumor aparece escuro.