quarta-feira, 5 de junho de 2013

Ressonância Magnética em Ipatinga - Ressonância Magnética em João Monlevade - Ressonância Magnética em Coronel Fabriciano (Clínica DMX Scan em Itabira)

Ressonância Magnética em Ipatinga - João Monlevade - Coronel Fabriciano (Clínica DMX em Itabira)

Clínica DMX Scan em Itabira/MG - Informativo sobre exames de Ressonância

O QUE É UM EXAME DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA?

A Ressonância Magnética (RM) é um método de diagnóstico que usa um campo magnético e ondas de radiofrequência que permitem a visualização dos órgãos internos do corpo humano. Durante o exame de RM o paciente é exposto a três diferentes campos magnéticos: um campo estático, os campos produzidos pelos gradientes e os campos de radiofrequência pulsados.

As imagens obtidas possibilitam a detecção ou exclusão de diferentes patologias e a eventual caracterização das lesões visualizadas.

É um exame não invasivo, não doloroso e sem utilização das radiações X. A partir do momento em que foi aplicada à medicina, tornou-se o melhor método de imagem para o diagnóstico de muitas doenças, em consequência da sua resolução tecidual e anatômica e capacidade multiplanar, tendo vindo rapidamente a expandir-se as aplicações da RM.

INDICAÇÕES ATUAIS:

Abdome e Pelve:
A RM tem mostrado um papel fundamental na caracterização das lesões abdominais, tendo aplicações no diagnóstico diferencial de certas lesões do fígado, vesícula biliar, vias biliares, pâncreas, baço, rins e adrenais. Na pelve, além da caracterização de algumas massas dos ovários e útero, miomas e cistos mostra muito bons resultados na avaliação da endometriose e estadiamento dos tumores uterinos (colo e endométrio), bexiga, uretra e próstata.

Tórax:
No tórax a RM tem indicação no estudo de tumores do mediastino e no estadiamento de alguns tumores pulmonares e outras.

Estruturas vasculares (Angiorressonância):
Atualmente é possível a realização de angiografias (habitualmente com contraste, mas não necessariamente) para estudar as artérias de todo o corpo, com possibilidade de detecção de estenoses, oclusão, aneurismas e outras lesões, sem os riscos da angiografia tradicional que é uma técnica invasiva, que implica radiação ionizante e utilização de contraste iodado, com possibilidade de reações alérgicas e com limitações nos pacientes com insuficiência renal.

Sistema músculo-esquelético:
A RM tem um papel muito importante na avaliação do aparelho locomotor, no estudo das diferentes articulações, sendo largamente utilizada no diagnóstico das lesões esportivas e nas artrites. Tem ainda indicação no diagnóstico de lesões expansivas ósseas e dos tecidos moles, como nos casos de processos infecciosos e tumores, sendo fundamental para o estadiamento destes últimos.

Cérebro e coluna vertebral:
A RM é habitualmente mais frequentemente aplicada no estudo do cérebro (tumores, doenças degenerativas) e na coluna vertebral (hérnias).

PREPARAÇÃO PARA O EXAME DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA

Este exame não necessita de hospitalização e após a sua realização o paciente poderá voltar às suas atividades normais.

Devido ao forte campo magnético utilizado, os implantes ou objetos ferromagnéticos presentes no corpo, podem ser um risco para o paciente, dependendo da eventual mobilização ou deslocamento condicionados pela força de atração do magneto, ou simplesmente provocar a distorção das imagens, impossibilitando um diagnóstico correto. Por outro lado, determinados implantes ativados podem ser danificados pelo campo magnético, pelo que se torna necessário efetuar um questionário ao paciente.

A claustrofobia pode impossibilitar a realização do exame, sendo por vezes necessário sedação ou mesmo anestesia geral. Estas situações dependem do tipo de lesões a estudar e devem somente ser utilizados quando os outros meios de diagnóstico não permitem o esclarecimento.

COMO É O EXAME DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA ?

A sala de RM está ocupada por um magneto cilíndrico, como um túnel, com uma mesa que desliza para o seu centro.

Um técnico ou um biomédico, dependendo da situação, posicionará o paciente na mesa, consoante o exame a efetuar, explicando-lhe o necessário para uma colaboração perfeita pela parte do paciente, nomeadamente quanto à imobilização importante nestes exames e ao tipo de respiração pretendida (frequentemente uma respiração tranquila, mas por vezes em apneia).

O exame pode durar entre 15 a 60 minutos, dependendo da parte do corpo a ser estudada.

O paciente é observado pelo técnico durante a realização do exame, havendo sempre a possibilidade de comunicação por um intercomunicador e a interrupção do exame a pedido do paciente.

Quando o aparelho está funcionando, ouve-se um ruído produzido pelos gradientes, o que é normal, utilizando-se para proteção habitualmente tampões ou auscultadores auriculares, com possibilidade de ouvir música. O som do aparelho surge quando se está obtendo as imagens que são transferidas para um monitor, semelhante a uma televisão..

Por vezes há necessidade de administrar contraste, que é injetado numa veia do braço, sendo raros os casos de reações alérgicas. O contraste vai permitir uma melhor visualização dos tecidos, detecção e caracterização das lesões.

 

 

 

 

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